Imóveis de alto padrão: o que você precisa saber


Foto: Frans van Heerden/Pexels - Imagem meramente ilustrativa

Investir em imóveis de alto padrão é mais do que simplesmente adquirir uma propriedade; é entrar em um universo de luxo, conforto e exclusividade. Seja para moradia ou para fins comerciais, essas propriedades oferecem um estilo de vida e um status que são verdadeiramente incomparáveis. Os imóveis de alto padrão geralmente estão situados em bairros nobres, próximas a parques, áreas verdes ou com vistas deslumbrantes da cidade. Além disso, a exclusividade é uma característica marcante desses imóveis, que muitas vezes são projetados por arquitetos renomados e possuem design e acabamentos de alta qualidade.

Essas propriedades são conhecidas por oferecer uma infraestrutura e um nível de conforto excepcionais. Desde espaços amplos e bem iluminados até áreas de lazer completas, como piscinas, academias e espaços gourmet, os imóveis de alto padrão são projetados para proporcionar uma experiência de vida luxuosa e sem igual.

Investir em imóveis de alto padrão pode oferecer uma excelente oportunidade de valorização do patrimônio. Devido à sua localização privilegiada e aos altos padrões de construção, essas propriedades tendem a se valorizar ao longo do tempo, oferecendo um excelente retorno sobre o investimento. Além disso, muitos empreendimentos de alto padrão oferecem segurança 24 horas, garantindo tranquilidade e privacidade para os moradores.

Antes de investir em um imóvel de alto padrão, é importante estar ciente dos aspectos legais e financeiros envolvidos. Isso inclui entender as taxas e impostos associados à propriedade, bem como as responsabilidades legais do proprietário. É recomendável contar com a assessoria de profissionais especializados, como corretores imobiliários e advogados, para garantir uma transação segura e sem complicações.

Os imóveis de alto padrão oferecem uma combinação única de luxo, conforto e exclusividade que os tornam altamente desejáveis para investidores e compradores exigentes. Se você está considerando investir nesse segmento do mercado imobiliário, certifique-se de fazer uma pesquisa detalhada, entender suas necessidades e contar com o apoio de profissionais especializados para orientá-lo ao longo do processo. Com a escolha certa, você poderá desfrutar de uma vida de sofisticação e conforto em sua nova propriedade de alto padrão.

Como a compra de um imóvel afeta seu bem estar psicológico


Foto: Adam Winger/Unsplash

A compra de um imóvel é um marco significativo na vida de qualquer pessoa. Além de representar um investimento financeiro importante, essa decisão também pode ter um impacto profundo na saúde mental. Na Affare Imóveis, especializada na venda de imóveis de alto padrão, residenciais e comerciais, entendemos a importância desse momento e como ele influencia a vida dos nossos clientes.

Primeiramente, é importante destacar que a aquisição de um imóvel proporciona uma sensação de estabilidade e segurança. Ter um lugar para chamar de lar traz uma tranquilidade emocional que afeta diretamente o estado mental das pessoas. A segurança de ter um teto próprio, seja para morar ou para investir, pode reduzir a ansiedade e o estresse relacionados à instabilidade habitacional.

Além disso, a compra de um imóvel muitas vezes está associada a conquistas pessoais e familiares. Para muitas pessoas, adquirir uma casa ou um escritório representa a realização de um sonho, o alcance de um objetivo de vida. Essa sensação de realização pessoal pode elevar a autoestima e fortalecer a autoconfiança, contribuindo para uma melhor saúde mental.

Outro aspecto importante é o sentimento de pertencimento que um imóvel proporciona. Ao ter um espaço que reflita sua identidade e seus valores, as pessoas se sentem mais conectadas ao ambiente ao seu redor. Isso pode gerar um senso de comunidade e pertencimento, fatores essenciais para o bem-estar psicológico.

Por fim, a compra de um imóvel também pode estimular o planejamento e o desenvolvimento pessoal. O processo de pesquisa, negociação e aquisição de uma propriedade envolve tomar decisões importantes e assumir responsabilidades, o que pode promover o amadurecimento e o crescimento pessoal.

Em suma, a compra de um imóvel vai além de um simples investimento financeiro. Ela impacta diretamente o bem-estar psicológico, proporcionando estabilidade, segurança, realização pessoal e pertencimento. Na Affare Imóveis, estamos comprometidos em ajudar nossos clientes a encontrar o imóvel dos seus sonhos, proporcionando não apenas um lugar para viver ou trabalhar, mas também uma fonte de felicidade e bem-estar.

Com queda nos juros, setor de construção civil em Caxias projeta um melhor desempenho para 2024

Ramo foi o único da economia caxiense que mais demitiu do que contratou no ano passado


Foto: Henry & Co./Unsplash

O som das ferramentas trabalhando deu lugar ao silêncio da falta de demanda nos canteiros de obras de Caxias do Sul. A construção civil foi o único setor da economia caxiense que demitiu mais que contratou em 2023. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, apontam que o saldo foi de -90 vagas no ano – 2.444 desligamentos para 2.354 admissões. Um panorama diferente de 2022, quando o setor gerou 48 postos. Embora os dados demonstrem um cenário de geração de vagas no negativo, as perspectivas são para um ano com crescimento na área, como apontam líderes e empreendedores do setor. Um dos fatores para esse otimismo é a queda na Selic, a taxa básica de juros. 

O saldo de 2023 também é consequência de um contexto negativo de compra e aluguel de imóveis residenciais no município. De acordo com a Associação das Imobiliárias de Caxias do Sul (Assimob), a alta taxa de juros e a falta de confiança no mercado, em decorrência da transição de governo, foram as principais causas para o desaquecimento do mercado. O pior cenário foi registrado no primeiro semestre do ano passado. Com isso, a projeção da associação é que comece a faltar produto (imóveis).  

– O tempo de maturação desse produto é de 36 meses, entre o lançamento até a finalização, e nós não temos esse produto em estoque. Por consequência, o valor está gradualmente subindo – afirma o diretor financeiro da Assimob, Adriano Soldatelli.  

Apesar do contexto negativo de 2023 e da perspectiva da falta de opções no mercado, a projeção é de que em 2024 haja um reaquecimento do setor. O motivo é a maior segurança dos compradores no mercado. 

Outro fator para um cenário mais otimista, defende a presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil de Caxias (Sinduscon), Maria Inês Menegotto de Campos, é a queda da taxa Selic (taxa básica de juros), o que gera uma expectativa de estabilização e também de crescimento para o mercado:

– No ano passado, tivemos taxas de juros muito altas e os bancos dando uma boa rentabilidade para os investidores, o que fez com que potenciais compradores do mercado não investissem em imóveis. Isso também afastou a população que teria que pagar os financiamentos com juros altos. Hoje, a taxa Selic já está voltando a parâmetros normais, mais baixos, e o mercado deve se estabilizar (atualmente, a taxa é de 11,25% ao ano).

Imobiliárias, por exemplo, já se preparam para o aumento do movimento. Cristian Horbach é proprietário de uma imobiliária de Caxias do Sul e abriu vagas para novos vendedores. 

– A gente está se estruturando com contratações para suprir essa demanda, porque está muito claro que vai acontecer esse reaquecimento no mercado caxiense. Então, obviamente, quem estiver preparado vai sair na frente e é o que a gente busca – explica.

Reoneração da folha preocupa

As discussões em Brasília sobre a reoneração da folha de pagamento para 17 setores deixa a construção civil em alerta neste começo de ano. A preocupação é de que haja impacto em futuras contratações, conforme a presidente do Sinduscon, Maria Inês Menegotto de Campos.

A redução dos encargos trabalhistas foi aprovada pelo Congresso Nacional para incentivar a geração de empregos. Entretanto, o governo federal planeja retomar a cobrança com a justificativa de equilibrar as contas públicas. Uma medida provisória foi publicada no fim de dezembro, revogando os benefícios fiscais concedidos pela desoneração da folha. As regras valem a partir do dia 1º abril. Entretanto, há necessidade de aprovação do Congresso Nacional para validade permanente.  

– A construção civil é um dos setores que pode perder esta desoneração, o que impacta significativamente em valores para o empregador e implica diretamente no custo do imóvel e consequentemente no valor de comercialização. O fato de que a reoneração possa acontecer gera insegurança na contratação e na abertura de novos postos de trabalho, bem como podem acontecer demissões e uma proliferação de trabalhos informais – avalia Maria Inês.

 “Um cenário felizmente diferente”

Vice-presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e diretor de incorporação da Viezzer Engenharia, Oliver Viezzer também enxerga um ano mais promissor que 2023 diante de aspectos como a redução de juros e a elevação do teto para a construção de imóveis no Programa Minha Casa, Minha Vida – o que, na opinião dele, dá novo fôlego para este segmento de construções que antes eram inviáveis na região, por conta dos altos custos.

Viezzer ainda comenta que os estoques de imóveis em níveis próximos de zero motivam as construtoras a lançarem produtos, movimentando a contratação de mão de obra e, posteriormente, aquecendo a comercialização.

– Eu entendo que é um cenário, felizmente, diferente. Acredito que a gente já passou pelo pior ponto nos estoques das construtoras, pelo menos com quem eu tenho contato. O nosso também está bem reduzido, praticamente zero. E isso nos motiva a lançar – diz Viezzer.

Entretanto, diante da burocracia envolvida, ele prospecta resultados mais sólidos na geração de vagas a partir do segundo semestre. 

– Um projeto leva mais de um ano para ser aprovado. Então, esses movimentos (para novos lançamentos) começaram a ser feitos no momento em que a gente começou a ter uma estabilidade política e econômica, no segundo semestre de 2023. Por isso, acredito que ainda vai levar um tempinho para esses novos lançamentos, mas deve acontecer esse ano, sim e, como consequência, teremos a contratação de mão de obra – prospecta.

“A gente tem que se planejar”

Uma das pessoas que começou o ano com casa nova é Angélica Endre Zabloski, operadora de injetora em uma empresa de Caxias. Em 2023, vendeu o sobrado em que morava e deu entrada em um apartamento novo. Mudança de vida que foi impulsionada pelo financiamento mais barato em decorrência do auxílio do programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal.

– A gente foi planejando, foram anos. A gente ganhou um pouco de subsídio, que conseguimos a partir do valor do imóvel. Então tem, sim, que se planejar, tem que ter toda uma conversa em família e todo um planejamento, uma organização para conseguir fazer as coisas – explica.

Fonte: GZH/Pioneiro

Como as emoções podem influenciar na compra de um imóvel?


Foto: asier_relampagoestudio/Freepik

Orgulho, euforia, felicidade. Seria possível elencar diversos sentimentos que representam a aquisição da casa própria, uma importante realização na vida de muitas pessoas. 

Geralmente, associamos esse momento a sentimentos positivos. Acontece que, durante o processo de decisão de compra de um imóvel, as emoções podem interferir até negativamente nas escolhas.

Uma pesquisa realizada pela Brain Behavior concluiu que a compra de um imóvel é mais emocional do que se imagina, porque os sentimentos sempre estão presentes nos processos de decisão. Mas, até que ponto eles influenciam?

Neurociência

A neurociência explica: a raiz das emoções é biológica, mas toda nossa história de vida faz diferença na forma como vamos reagir. 

Então, como podemos cuidar para que um sentimento de satisfação (felicidade, euforia, orgulho, entre outros) não se transforme em emoções desequilibradas?

O problema é que, muitas vezes, o nosso lado irracional nos leva a tomar decisões equivocadas. E quando isso é percebido, pode ser tarde demais. 

Quem já não ouviu alguém se arrepender de ter escolhido um determinado bairro para morar porque se deixou levar pelos encantos do imóvel e depois descobriu que a localização não era adequada? Ou que estava tão emocionado que não reparou nas condições do imóvel?

Emoções positivas

A emoção tem um papel fundamental no processo da tomada de decisão e na jornada de compra. Isso acontece porque os sentimentos positivos trazem maior satisfação. E quando falamos de uma realização do tamanho de um imóvel, estamos sob influência – também – das nossas memórias afetivas.

As lembranças deixam o emocional aflorado. Entrar em uma cozinha que lembra a casa dos avós, por exemplo, pode despertar memórias felizes que gostaríamos de ter de volta. Isso acontece porque temos a tendência de associar ambientes e locais a sentimentos. É o que chamamos de memória afetiva. 

É preciso equilibrar as emoções para não fazer aquisições em momentos extremos de alegria ou até mesmo de tristeza. 

Emoções negativas

Que sensações são evocadas no momento da compra? O estado de humor pode funcionar como um gatilho, sendo a compra um mecanismo de alívio e compensação para o estresse, a tristeza e o mau humor. E isso pode levar a tomar decisões impulsivas.

Sabemos que existem muitos detalhes que envolvem a escolha de um imóvel. Uma pessoa impulsiva tem a tendência de tomar decisões espontaneamente, sem reflexão, de forma imediata, dominado pela atração emocional.

O comportamento impulsivo pode ser dividido em duas grandes dimensões, a afetiva e a cognitiva, como demonstrou a pesquisa "impactos das emoções nas compras por impulso" realizada pelo birô de crédito SPC Brasil.

Lidando com as emoções

Procure entender as suas emoções - A inteligência emocional diz respeito à capacidade de compreender e gerir as emoções de uma forma saudável. Desta forma, é possível trabalhar o autocontrole ao encontrar as raízes que geram essas emoções a fim de compreendê-las e redirecioná-las.

Faça um planejamento - Para comprar um bem de alto valor como um imóvel, com responsabilidade e segurança, o caminho é o planejamento. As emoções podem ter uma influência maior quando não se define limites.

Escolha o imóvel que você precisa - Além de escolher um imóvel que caiba no bolso, é importante procurar por um imóvel que satisfaça as suas necessidades. Uma boa dica é tentar imaginar como seria a sua vida no imóvel em um prazo de oito anos. 

Algumas questões para pensar: até lá, você estará casado? Trabalhando no mesmo lugar? A família vai aumentar? É com base nessa perspectiva que a escolha do imóvel deve ser tomada.

Fonte: Tegra Incorporações